quinta-feira, fevereiro 17

Além.

Me sinto tão bem no reencontro. É como se eu flutuasse e, de uma hora pra outra, eu não me tornaria de chumbo, como sempre me tornei e como sempre caí. É como fosse a coisa mais certa para se fazer agora, depois, e mais um pouco depois e muito além do depois. Quando as mão se unem é como se eu estivesse de mãos dadas com o amor da minha vida feito de carne e osso, e realmente acredito que seja.
Estava perdida e, o pior de tudo, é que eu não percebia que estava. Eu jurava que tinha a melhor vida. Mas tive a sorte de me encontrar em você e perceber que a vida pode ser ainda muito melhor.
Você me surpreende a cada dia e, não posso negar, que também me surpreendo por te amar tanto. Eu que pensei que já havia sentido tudo no mundo. Só faltava isso que sinto por ti. Os outros amores... que outros amores? Nada, NADA!, é igual a isso, nada pode sequer ser comparado ao que eu tanto venero, que eu jurava que nem existia, estava chamando os poetas de mentirosos... aí chega você, segura minha mão, a beija e me puxa. Eu realmente te amo. É por isso que flutuo o tempo todo.
E você está comigo aqui em cima, segurando a minha mão.
E não seremos chumbo, não dessa vez.

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