quinta-feira, novembro 20

Inevitável.










[POST EXCLUÍDO] D:


terça-feira, novembro 18

Sem importância.

Não sei o que vou escrever e não estou me importanto com isso agora.
Eu tenho ansia por imagens, minha vontade é de postar aqui cada 5 minutos umas vinte imagens cada post. É muito engraçado. Cada imagem tem um significado pra mim, mesmo que aquele significado seja ridículo o suficiente pra não ter nada a ver comigo.
Hoje voltei pra casa, havia visitado meus pais. Eles mudaram. Eu mudei. Mudança. E domingo, o dia que cheguei lá, foi o dia que vivi pra morrer. Só digo isso. Porém, os amo. E muito.
Um fato triste é domindo viajar pra levar esporros. Esporros e trazer comida. Matar a saudade também.
E música clássica! Há coisa melhor? Acho que todos deveriamos ouvir sempre. Tá certo que no começo depois de umas seis músicas você quer colocar uma banda aí no seu aparelho, mas música clássica é doce e boa a qualquer hora. Menos na balada [lógico ?]. Se bem que tem a música Fur Elise [ou algo assim~] Remix. O que você acha hein? Ela é boazinha até, mas fica estranho música clássica, toda linda e instrumental com aquele som eletrônico no meio. Completamente estranha. Mas pra balada serve. Então concluímos que música clássica serve pra qualquer hora.
Ia esquecendo de citar o deja vu que tive hoje. Foi muito estranho. Muito mesmo. Eu havia sonhado aquilo fazia alguns aninhos, e PAH! Acontece! E não é raramente que isso acontece.
E já pensou você estiver gravida com 15 anos? Pera, pera, pera, eu tenho quase 18 e não estou ok? Só deixa eu esclarecer isso. Mas esperar um filho é uma... um... uma.... uma dádiva de Deus. E.. sabe, eu queria falar alguma outra coisa, eu não acredito em Deus, mas "dádiva de Deus" foi a única expressão que me veio a mente.
Ok! Chega! Provavelmente amanhã de manhã escreverei novamente. Antes de pegar o bordado.
Vou dar um basta durante 24 horas em trabalhos da faculdade. Acabei um hoje, um enorme. Um cansativo. Um trabalho de faculdade mesmo. Nhac! Enfim.
Boa noite pra mim!


quinta-feira, novembro 13

Quem?

Garganta fudida!
Pensamentos vazios.

terça-feira, novembro 11

Covardia humana.


Um fato intrigante posto na nossa vida é nossa visão nada perceptível. [Quase] Nunca nos damos conta que há humanos em situações piores do que as nossas. Se temos dúvidas se ficaremos em casa ou iremos pra balada, tem gente em dúvida se compra o leite para os filhos ou o feijão para o almoço.
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Muitas vezes essas pessoas que tem as piores dúvidas estão plantadas ao nosso lado e nem abrimos os olhos. E você se cega pela milésima vez e eu só posso olhar e dizer: "se joga".
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Somos seres humanos pela biologia mas não pelo coração.
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Enquanto há pessoas em dúvida se se afasta de alguém, há outros que nem tem alguém pra se afastar. É a tal da solidão ou racismo.
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Sempre seremos assim: egoístas, vivemos pra dentro. Até o amor é egocêntrico. "Porque se eu não amasse você...; sem você eu não existiria; não me abandone... blá blá blá." O amor também é banal apesar de não vivermos sem ele e de ser uma sentimento completamente mais forte que a gente. Está certo que por um outro lado que com o amor vivemos mais a vida do outro do que a nossa, mas esse ponto de vista eu deixo para outro dia.
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Ah sim! A saudade. Tem gente que fica em dúvida se a mata ou se se mata e fica mais um pouco vivendo nela, e outros que nem tem como matá-la. E morre dela.

sábado, novembro 8

O real do imaginário.



Você tem medo do escuro, do bicho papão, do pé grande, da luz, dos seus pais quando eles vem pra cima de você cheios da fúria por ter feito algo errado, medo daquela voz que fica no seu ouvido te chamando e quando você olha ao seu lado não tem ninguém, do som de piano que ninguém toca e nem piano tens, você jura que não é ninguém mas você ouve os passos que alguém dá quando você está parada e sozinha em casa, dos fantasmas que você acolhe dentro de si, dos mortos que te rodeiam e que a maioria das pessoas juram que eles estão presos nas covas, você sente uma mão te tocar e novamente não vê o braço, o ombro, a cabeça, o corpo. Mas você ouve passos, melodias, sabe os medos, os sonhos, de suas vidas.
Você nega que é um deles.







Desepero.
Negação.




Morte.

Abstinência. Do medo.

quinta-feira, novembro 6

A capacidade de ser incapaz.


Ter capacidade é de fato impecável e... nada raro. As pessoas tem capacidade de falar o que querem [algumas não], de pensar [sendo que outras tantas bloqueiam seus próprios pensamentos - paranóicas!], capacidade de voar, e cair. Sem contar a capacidade de estragar a vida dos outros, de sorrir, beijar, comer, transar, sentir falta. Esse último item é que me machucou um pouco ontem - ou onteontem? E é bom nem comentar [ninguém lerá mesmo e foi algo perdoável - ou não?].
Capacidade é impecável sim. Alguns não tem a capacidade de abrir os olhos e perceberem como as coisas são, de ser sério e honesto, de sorrir, de fazer alguém feliz, de fazer alguém chorar de tanto rir, de perceber que o outro realmente se preocupa contigo, mas você vai lá e PAH! Ferra ele, sem ter a capacidade de ter pensado antes no que ia fazer.
Vejamos... capacidade... de boiar. Você tá lá falando com alguns amigos e vem alguém cheia da capacidade. A tal capacidade de importunar.
E ter capacidade é raro sim. A capacidade de ser humano. Milhares, trilhões, enfim, todos - TODOS - nós somos covardes e sem capacidade. Em alguma capacidade temos que ter a falta dela, principalmente a de ser empático. Empatia está em crise, e não é por causa do dólar [essas duas coisas não estão muito ligadas], mas é por causa da falta que temos de sermos seres humanos sensatos uns com os outros. Sensatos e empáticos.
O ser humano tem uma grande capacidade de matar. Plantas, animais, homens... a gente até se mata. Absurdo! E eu queria me matar. Mentira! Já quis e tenho medo de querer novamente. Eu tenho uma grande capacidade nada biológica [até por que isso não tem nada a ver] de suicídio. Além de que a tola aqui está completamente apaixonada. E voando [só quero que me perdoe por amar demais, porque se algo de ruim acontecer vou ter uma capacidade enorme de ser a pessoa mais triste do mundo - e suicida].